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Produtores da Cooxupé já colheram 59% do café arábica previsto para 2025

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O cenário nas lavouras de café do Sudeste brasileiro tem sido marcado por um avanço constante e animador. A Cooperativa Regional de Cafeicultores em Guaxupé (Cooxupé) divulgou um novo boletim da safra de 2025 que mostra que 59% do volume total esperado já foi colhido até o dia 18 de julho. A informação reforça a expectativa de uma temporada sólida para os mais de 20 mil produtores associados que integram a cooperativa.

Com atuação em uma das regiões cafeeiras mais estratégicas do país, a Cooxupé abrange mais de 360 municípios distribuídos entre o Sul de Minas, Cerrado Mineiro, Matas de Minas e a média mogiana do estado de São Paulo. Em todas essas localidades, a variedade predominante é o café arábica, reconhecido mundialmente por sua qualidade superior e sabor característico.

De acordo com os dados mais recentes, o Sul de Minas segue como a região com maior volume colhido até o momento, alcançando 63,3% da safra prevista. Já as Matas de Minas, conhecidas pela topografia acidentada e por produções mais artesanais, lideram em percentual com 70% da colheita finalizada. A média mogiana paulista também apresentou bom desempenho, com 62,4% colhido, enquanto o Cerrado Mineiro, que costuma apresentar ciclos um pouco mais tardios, registra 49,6% de avanço.

Aliás, o ritmo constante da colheita reflete não apenas a experiência dos cafeicultores, mas também as condições climáticas favoráveis das últimas semanas, que vêm contribuindo para a maturação uniforme dos grãos e facilitando a logística de campo. Embora algumas áreas ainda enfrentem desafios pontuais com chuvas esparsas ou variações de temperatura, a safra tem avançado dentro do previsto.

  • Derick Machado é editor e curador de conteúdo especializado em jardinagem, botânica urbana e paisagismo residencial. Acompanha de perto as principais tendências de design biofílico, técnicas de cultivo sustentável e inovações no manejo de plantas para ambientes internos e externos, sempre com base em referências de institutos botânicos, universidades e especialistas do setor.

    E-mail: [email protected]

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