POR:: MANIA DE PLANTAS
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O que chama atenção na alpínia são as brácteas, folhas modificadas em vermelho ou rosa intenso. As flores de verdade são pequenas, brancas e ficam escondidas entre essas estruturas.
A alpínia é nativa de regiões quentes e úmidas do sudeste asiático. Pertence à família do gengibre e usa o rizoma subterrâneo para armazenar água e se propagar pelo jardim.
Luminosidade e potássio no solo determinam o viço das brácteas. Sem sol direto, a planta só produz folhas. Sem potássio, as cores ficam opacas e as estruturas murcham antes da hora.
Solo encharcado apodrece o rizoma silenciosamente. O sinal de alerta são as pontas das folhas amarelando e as hastes florais abortando antes de abrir.
A mistura ideal leva 50% de terra vegetal, 30% de composto orgânico e 20% de areia grossa. Solo compactado asfixia as raízes mesmo quando parece molhado por fora.
Bokashi a cada dois meses mantém o viço. Na primavera, reforce com NPK 04-14-08 ou cinzas de madeira para estimular a abertura de novas hastes florais.
Quando a inflorescência envelhece, pequenas mudas nascem entre as brácteas velhas. Esse processo natural, chamado viviparidade, gera clones perfeitos sem precisar mexer nos rizomas.