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Toda vez que alguém vê um lisianthus florido, a reação é quase sempre a mesma: "que rosa linda." Não é rosa, e essa diferença muda tudo.
O nome científico é Eustoma grandiflorum, da família das gencianas. Nenhum parentesco com rosas, mas pétalas que enganam até quem já conhece.
O cultivo comercial só ganhou força nos anos 1980, quando o Japão desenvolveu as variedades dobradas que hoje dominam os mercados de flores de corte.
Luz indireta é o ambiente ideal. Sol direto no horário mais quente estressa as pétalas e reduz o tempo de floração bem antes do esperado.
Na rega, frequência importa mais que volume. Molhar as pétalas diretamente favorece fungos e manchas que comprometem a aparência da planta.
Não é tóxico para crianças nem para pets, floresce com generosidade e mantém a aparência fresca por semanas. O cuidado tem recompensa visual garantida.